Nossa primeira atividade de campo, teve como objetivo, conhecer e percorrer a "trilha dos estudantes" no Parque Nacional da Tijuca, conhecido como "Floresta da Tijuca".
Os alunos, que estão aprendendo os conteúdo de climatologia e hidrografia, em sala, tiveram a oportunidade de verificar diversos assuntos discutidos nas aulas e conheçendo, alguns pela primeira vez, os aspectos históricos e geográficos que fazem dessa unidade de conservação, uma das mais visitadas e importantes do Brasil.
O planejamento da aula passeio teve, nos debates sobre a crise hídrica que vem ocorrendo nos últimos meses na regiõa sudeste, o incentivo inicial para visitar a "floresta". Das turmas do Neja (tarde/noite), 101, 102 e 103, 10 alunos participaram da visita que além da presença do professor de Geografia, tinha o apoio e orientação do guia de Eco Turismo Vinício Silva, que ofereceu diversas explicações e garantiu que os objetivos propostos fossem alcançados.

A atividade começou ás 9:00 com tolerância de meia hora de atraso. Na praça do Alto, os alunos foram apresentados ao guia, que logo os orientou com as normas de segurança e ambientais nas trilhas do parque. Inicialmente paramos no portal de entrada, onde um mapa geral das trilhas foi interpretado e comparado com os que os estudantes tinham como roteiro de aula.
A trilha dos estudantes, criada especialmente para as visitas guiadas de escolas, é de fácil acesso e pouco exigente em termos de preparo físico. Inicia-se na entrada do parque e percorre paralelalente a estrada pavimentada,à esquerda, chegando no estacionamento próximo da "Cascatinha Taunay".
Ao logo de nossa excursão o guia pontuava os aspectos históricos importantes bem como curiosidades da flora, no qual os estudantes ficaram sabendo, porque as jaqueiras são consideradas espécies invasoras, e devem ter um manejo ecológico correto. O conhecimento do parque foi mostrado com o uso das placas interpretativas que apesar do vanlalismo, ainda cumpre bem o seu papel.

Ao pararmos, aprender um pouco mais sobre bacias hidrográficas e a história da família Taunay que era proprietária de terras na floresta, no século XIX .



Seguimos por outra trilha no meio da floresta até o centro de visitantes, onde os estudantes tiveram a chance de conhecer um pouco mais sobre a flora e fauna da Mata Atlântica.



Eles ficaram muito interessados com a presença de uma árvore de "pau-brasil" e um apiário de abelhas nativas sem ferrão.

Depois da parada para o lanche, decidimos ir em direção a Cachoeira das Almas, destino final e o principal objetivo pedagógico do trabalho de campo que era o de constatar que as nascentes de água do maciço da Tijuca aprasentam uma quantida bem menor e que em alguns momentos poderiam indicar as dificuldades que estão por vir, e a sua relação com os períodos de seca que a cidade do Rio de Janeiro teve em seu passado e levou, em última forma a criação da "Floresta da Tijuca".

Antes de chegarmos a cachoeira, passamos pela árvore da escrita "misteriosa", que na verdade é uma brincadeira onde os visitantes têm que adivinhar o que está escrito aos seu redor.

Enfim nos direcionamos para começar a fazer a última trilha, que leva cerca de 35 minutos mas, que ao seu término, os visitantes podem tomar um banho para se refrescar.



Como era de se esperar, devido aos últimos dias sem chuva a quantidade de água desanimou o grupo porém todos estavam contentes e gostaram da beleza do local. Os estudantes registraram o passeio o tempo todo, sendo esse material depois recolhido para análise em sala.



No retorno passamos pela pequena capela Mayrink, cheia de fatos curiosos como o casamento da cantora Elis Regina e a decoração com pinturas do artista Cândido Portinari, que já foram roubadas e recuperadas, sendo as que lá estão cópias em exposição.


A trilha dos estudantes, criada especialmente para as visitas guiadas de escolas, é de fácil acesso e pouco exigente em termos de preparo físico. Inicia-se na entrada do parque e percorre paralelalente a estrada pavimentada,à esquerda, chegando no estacionamento próximo da "Cascatinha Taunay".
Ao pararmos, aprender um pouco mais sobre bacias hidrográficas e a história da família Taunay que era proprietária de terras na floresta, no século XIX .
Seguimos por outra trilha no meio da floresta até o centro de visitantes, onde os estudantes tiveram a chance de conhecer um pouco mais sobre a flora e fauna da Mata Atlântica.
Eles ficaram muito interessados com a presença de uma árvore de "pau-brasil" e um apiário de abelhas nativas sem ferrão.
Depois da parada para o lanche, decidimos ir em direção a Cachoeira das Almas, destino final e o principal objetivo pedagógico do trabalho de campo que era o de constatar que as nascentes de água do maciço da Tijuca aprasentam uma quantida bem menor e que em alguns momentos poderiam indicar as dificuldades que estão por vir, e a sua relação com os períodos de seca que a cidade do Rio de Janeiro teve em seu passado e levou, em última forma a criação da "Floresta da Tijuca".
Antes de chegarmos a cachoeira, passamos pela árvore da escrita "misteriosa", que na verdade é uma brincadeira onde os visitantes têm que adivinhar o que está escrito aos seu redor.
Enfim nos direcionamos para começar a fazer a última trilha, que leva cerca de 35 minutos mas, que ao seu término, os visitantes podem tomar um banho para se refrescar.
Como era de se esperar, devido aos últimos dias sem chuva a quantidade de água desanimou o grupo porém todos estavam contentes e gostaram da beleza do local. Os estudantes registraram o passeio o tempo todo, sendo esse material depois recolhido para análise em sala.
No retorno passamos pela pequena capela Mayrink, cheia de fatos curiosos como o casamento da cantora Elis Regina e a decoração com pinturas do artista Cândido Portinari, que já foram roubadas e recuperadas, sendo as que lá estão cópias em exposição.
Nenhum comentário:
Postar um comentário