domingo, 26 de abril de 2015

Subida ao Pico da Tijuca

Sensacional conquista dos alunos das turmas 101 e 103 (NEJA)

         No sábado, dia 18 de abril, por volta das 12 horas da manhã, alunos orientados pelo professor de Geografia conquistaram o Pico da Tijuca.  Com 1022 metros acima do nível do mar é o ponto culminante localizado dentro do Parque Nacional da Tijuca e um dos pontos turísticos visitados na cidade.

            A caminhada teve início na Praça do Alto, onde as orientações gerais foram passadas ao grupo, que era constituído por seis alunos e o professor como guia. O grupo percorreu uma parte da Trilha dos Estudantes e foi parando em pontos de interesse, como a Cascaquinha Taunay, e em seguida na Capela Mayrinque.  Como o objetivo principal era subir até o ponto mais elevado do parque, continuamos o percurso com poucas paradas e conseguimos uma certa velocidade.

               Os alunos se comportaram bem na trilha, que apesar de longa, o trecho todo chega a cerca de 14 km do portão do parque até o cume (ida e volta), é bastante fácil sem oferecer risco aos participantes.

               O trecho mais emocionante ficou por conta da escadaria, construída na rocha para a visita do Rei da Bélgica ao Brasil , no início do século XX,. Com seus 117 degraus oferece uma emoção a mais aos visitantes que aos subir podem se deslumbrar com o incrível visual da cidade do Rio de Janeiro. 

           Ao chegarmos ao topo há um pequeno platô onde podemos descansar e fazer um pequeno lanche, o dia estava limpo e havia disversos grupos de turistas e estrangeiros.

          Após tiramos as fotos entorno do marco geodésico, que indica o ponto exato do alto da elevação, fizemos um rápido reconhecimento das áreas da cidade para discutirmos em sala.  Então retornamos, cansados porém satisfeitos com um dia de muito aprendizado.










domingo, 22 de março de 2015

Lista de Exercícios II - Agentes internos e externos do relevo

Questionário de Fixação  - NEJA (1O BIMESTRE)

1)  Com o desenvolvimento da Teoria das Placas Tectônicas, nos anos 60 e 70, fenômenos como o vulcanismo, os terremotos e a formação de cadeias montanhosas vêm tendo uma compreensão mais aprofundada. Isto permite, inclusive, a previsão de eventos de alta intensidade destrutiva, conforme a possibilidade de que a Califórnia, nos próximos anos, venha a sofrer um grande terremoto, já que, nessa região, a crosta terrestre:
a) apresenta uma zona de encontro de placas tectônicas com expansão do assoalho oceânico.
b) se encontra profundamente fraturada pela formação de uma dorsal oceânica.
c) está sendo empurrada para baixo formando uma fossa abissal.
d) forma uma área de separação de placa com forte epirogênese.
e) se divide em duas placas que deslizam paralelamente em sentidos contrários.

2) As massas continentais que conhecemos não são fixas, mas se separam, se chocam, abrem fendas e levantam montanhas. Com base na teoria da Deriva dos Continentes, aperfeiçoada pela teoria da Tectônica de Placas, é possível admitir que
a) o material magmático que sobe para a crosta terrestre vem impedindo que o "Chifre da África" se separe do restante do continente africano.
b) os continentes, massas flutuantes sobre um mar de magma, tendem a se agrupar em um único megabloco, denominado Pangéia.
c) o "anel de fogo" do Pacífico sofrerá os efeitos do terremoto Big One, exceto a Califórnia situada na borda da placa Norte-Americana, onde a energia acumulada é menor.
d) a África e a América do Sul estão se distanciando, com o alargamento do Oceano Atlântico e o deslocamento da placa Sul-Americana em direção à de Nazca.

3) Como se originam as formas de relevo que ocorrem na superfície terrestre?
R:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4) O Himalaia, os Andes e as Rochosas são exemplos de cadeias montanhosas
a) originadas de dobramentos de idade moderna.
b) resultantes de blocos falhados de idade proterozóica.
c) originadas de dobramentos de idade paleozóica.
d) resultantes de falhamentos do cristalino de idade mesozóica.

5) Sobre as cavernas, responda:
a) Como se formam?
R:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________________________

b) O que são estalactites e estalagmites?
R:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

6) A partir da definição indique a forma do relevo:
a) Área onde predomina o processo de sedimentação ou deposição.
R:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 b) Área onde predomina o processo de erosão ou desgaste.
R:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

7) Relacione as colunas identificando o tipo de erosão ao seu agente:

a) glacial       b) eólica           c) fluvial         d) pluvial

(     )  ventos  (     )   neve   (     )  chuvas    (     )  rios

8) O relevo das terras emersas é extremamente diversificado. Nesse relevo, o que se denomina de DOBRAMENTOS MODERNOS OU RECENTES corresponde a:
a) depressões absolutas.
b) depressões relativas.
c) bacias sedimentares.
d) cadeias montanhosas.

9) Tectonismo e vulcanismo são:
a) movimentos endógenos (internos) que deformam a crosta terrestre
b) movimentos exodinâmicos (movimentação externa)que rebaixam a superfície da terra
c) processos externos responsáveis por alterações físicas e químicas das rochas
d) processos internos responsáveis pela formação das rochas e dos solos

10) Leia o texto.
                “Embora a evidência de deslocamentos laterais dos continentes fosse mais ou menos forte, a maioria dos geólogos resistiu, durante muito tempo, à idéia desses deslocamentos. Essa resistência era, em grande parte, ideológica, a julgar pela extraordinária ira da controvérsia contra o principal proponente da deriva continental, Alfred Wegener. De qualquer modo, o argumento de que esses deslocamentos não eram verdadeiros porque não se conhecia nenhum mecanismo geofísico para causar tais movimentos – não era mais convincente a priori, em vista da evidência acima referida. Contudo, desde a década de 1960, o antes impensável tornou-se a ortodoxia da geologia do dia-a-dia: um globo de placas gigantescas mudando de lugar, às vezes, rapidamente (placas tectônicas).”
                Adaptado de: HOBSBAWN, E. ERA DOS EXTREMOS. O BREVE SÉCULO XX : 1914-1991.São Paulo: Companhia das Letras, 1995. P.530.

Todas as alternativas contêm afirmações que podem ser comprovadas pelo texto, EXCETO
a) A teoria da deriva continental foi, por muito tempo, considerada inaceitável por se desconhecer o mecanismo geofísico que pudesse explica-la.
b) A teoria das placas tectônicas é considerada, atualmente, a explicação mais aceitável e defensável sobre a posição das massas continentais e a configuração da litosfera.
c) As evidências de que as terras emersas se deslocavam lateralmente sugeriram a teoria segundo a qual a litosfera era formada por várias placas, em vez de uma única, imóvel sobre o manto.
d) O relato sobre a aceitação de uma nova teoria sugere que observações, embora inexplicáveis pelo conhecimento científico de uma época, são prontamente, aceitas pelos cientistas.
                                              

Boa Atividade!

sábado, 14 de março de 2015

Aula: Geografia Física I - Tempo e Clima

RESUMO DE AULA

Clima e Tempo


       CLIMA: É o conjunto de variações do tempo atmosférico de uma área específica.

       Para determinar o clima de um local é necessário analisar o comportamento dos fenômenos atmosféricos dessa área por um longo período (aproximadamente 30 anos).

       TEMPO: O tempo meteorológico é o tempo atual (momento atmosférico) ou tempo a ser previsto pelos meteorologistas, que se estende no máximo a 15 dias.


A atmosfera é constituída de cinco camadas: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera:

         Troposfera - As condições climáticas acontecem na camada inferior da atmosfera, chamada troposfera. Essa camada se estende até 20 km do solo, no equador, e a aproximadamente 10 km nos Pólos.

         Estratosfera - A estratosfera chega a 50 km do solo. A temperatura vai de 60ºC negativos na base ao ponte de congelamento na parte de cima. A estratosfera contém ozônio, um gás que absorve os prejudiciais raios ultravioleta do Sol. Hoje, a poluição está ocasionando "buracos" na camada de ozônio.

         Mesosfera - O topo da mesosfera fica a 80 km do solo. É muito fria, com temperaturas abaixo de 100ºC negativos. A parte inferior é mais quente porque absorve calor da estratosfera.

         Termosfera - O topo da termosfera fica a cerca de 450 km acima da Terra. É a camada mais quente, uma vez que as raras moléculas de ar absorvem a radiação do Sol. As temperaturas no topo chegam a 2.000ºC.

         Exosfera - A camada superior da atmosfera fica a mais ou menos 900 km acima da Terra. O ar é muito rarefeito e as moléculas de gás "escapam" constantemente para o espaço. Por isso é chamada de exosfera (parte externa da atmosfera).

  

Elementos climáticos

         Temperatura
         Precipitação
         Massa de ar
         Pressão atmosférica
         Vento
         Umidade do ar

Fatores Climáticos

         Altitude
         Insolação
         Latitude
         Maritimidade
         Continentalidade
         Massa de Ar
         Correntes marítimas
         Relevo
         Vegetação
         Urbanização (antrópico)

Massas de Ar

As massas de ar são extensas “bolsas” de ar que realizam deslocamentos ao longo da troposfera, possuem características particulares de temperatura, pressão e umidade relativamente uniforme. 

Tais características são adquiridas do lugar onde as massas se originam (exemplo: massa polar), porém, ao se deslocarem, interferem no clima e no tempo de distintos lugares por onde passam. 


Tipos climáticos

         Tropical
         Subtropical
         Equatorial
         Mediterrâneo
         Temperado
         Clima oceânico
         Clima continental
         Alpino
         Polar
         Árido
         Semi-árido


Exercícios - Geografia Física II: Agentes internos e externos do relevo.


1) Como desenvolvimento da Teoria da Tectônica de Placas, fenômenos como a formação das cadeias montanhosas e das fossas submarinas foram melhor compreendidos. Com isso, sabe-se que a Cordilheira dos Andes se encontra em uma região da crosta terrestre que
a) apresenta uma área de colisão de placas tectônicas.
b) forma margem continental do tipo passiva.
c) se situa em uma área de expansão do assoalho oceânico.
d) apresenta uma área falhada pela formação de uma dorsal oceânica.

2) Defina relevo.

4) O que é a erosão?

5) Diferencie erosão de intemperismo.

6) Cite os agentes do relevo.

7) O que é um vulcão?

8) Um TSUNAMI (do japonês, onda de porto) é uma onda (ou uma série delas) que ocorre após perturbações abruptas que deslocam verticalmente a coluna de água.
Sabe-se que esse fenômeno pode ser ocasionado
a) por derretimento abrupto de gelo das calotas polares.
b) por movimentos sísmicos na crosta oceânica.
c) pelo aquecimento rápido da atmosfera provocado pelo efeito estufa.
d) pelo aquecimento de águas oceânicas profundas.

9) O que é o tectonismo?

10) Cite as unidades principais do relevo.

Aula: Geografia Física II - Agentes internos e externos do relevo

RELEVO – “O relevo corresponde às diversas formas da crosta terrestre (montanhas, planaltos, planícies, depressões, etc.
AGENTES DO RELEVO :

a) Internos  – Processos estruturais que atuam do interior para o exterior: tectonismo, vulcanismo e abalos sísmicos.

b) Externos  – Processos esculturais que atuam externamente, modificando as paisagens, como o intemperismo, a ação das águas, do vento, do mar, do gelo e dos seres vivos entre outros.

Vulcão é uma abertura na crosta terrestre, de formato montanhoso, por onde saem magma, cinzas, gases e poeira. Esta estrutura geológica é formada, geralmente, a partir do encontro entre placas tectônicas. 

Tectonismo uma teoria da renovação constante dos assoalhos oceânicos, baseada em fundamentos essencialmente geológicos, que justificaria o afastamento dos continentes.
          A litosfera desliza sobre uma camada de rocha mais plástica, parcialmente derretida, conhecida como astenosfera.

        O movimento das placas tectônicas traz, em sua dinâmica, resultados que podem ser observados na superfície. Os terremotos, o vulcanismo, as rochas dobradas e falhadas são exemplos claros de que toda a crosta esteve submetida a tais esforços e que eles continuam atuando até os dias de hoje. Esses movimentos são denominados tectônicos e são classificados em dois tipos: 

a) Orogênese – O movimento orogenético é relativamente rápido e, quando se manifesta, geralmente deforma, dobrando e falhando as camadas rochosas. Os terremotos são os movimentos orogenéticos mais rápidos de que se tem conta. Associados ao vulcanismo, correspondem a sinais anteriores ou posteriores de um tectonismo orogenético mais amplo. A orogênese propriamente dita é a elevação de uma vasta área dando origem a grandes cadeias de montanhas. Assim, os terremotos e o vulcanismo andino são sinais posteriores ao levantamento da grande cadeia de montanhas que são os Andes. Ao contrário, o vulcanismo e os sismos da faixa que vai de Java ao Japão são sinais precursores de uma grande cadeia de montanhas que se elevará naquela área.

b) Epirogênese – Os movimentos epirogenéticos caracterizam-se por serem lentos, abrangerem áreas continentais e não terem competência para deformar (não produzem falhas ou dobras) as estruturas rochosas. O movimento epirogenético não está associado nem ao vulcanismo, nem aos sismos. Ao contrário, é de ocorrência mais comum em áreas relativamente estáveis da crosta terrestre, sendo característicos das bacias sedimentares intracratônicas. A epirogênese atinge áreas de dimensões continentais formando grandes conjuntos montanhosos. Os arqueamentos podem ser maiores num ponto e menores noutros, como podem ser
levantamentos num lugar e abaixamentos em outros. A lentidão desses movimentos dificulta o seu conhecimento, carecendo-se também de um ponto de referência fixo que possibilite a mensuração da extensão da epirogênese.


Intemperismo corresponde ao processo de alteração, ou seja, de transformação das estruturas físicas (através da desagregação), ou químicas (através da decomposição) das rochas da superfície terrestre. Já a erosão corresponde ao transporte dos fragmentos de rochas desgastadas, ou seja, o deslocamento de materiais intemperizados. Nesse texto dedicaremos algumas palavras para descrever os principais tipos de intemperismo, suas principais formas de ocorrência e seus agentes causadores.

domingo, 8 de março de 2015

Aula Passeio ao Parque Nacional da Tijuca

Sábado, 28 de fevereiro de 2015.

          Nossa primeira atividade de campo, teve como objetivo, conhecer e percorrer a "trilha dos estudantes" no Parque Nacional da Tijuca, conhecido  como "Floresta da Tijuca". 
          Os alunos, que estão aprendendo os conteúdo de climatologia e hidrografia, em sala, tiveram a oportunidade de verificar diversos assuntos discutidos nas aulas e conheçendo, alguns pela primeira vez, os aspectos históricos e geográficos que fazem dessa  unidade de conservação, uma das mais visitadas e importantes do Brasil.
  
             O planejamento da aula passeio teve, nos debates sobre a crise hídrica que vem ocorrendo nos últimos meses na regiõa sudeste,  o incentivo inicial para visitar a "floresta".  Das turmas do Neja (tarde/noite), 101, 102 e  103,  10 alunos participaram da visita que  além da presença do professor de Geografia, tinha o apoio e orientação do guia de Eco Turismo Vinício Silva, que ofereceu diversas explicações e garantiu que os objetivos propostos fossem alcançados.

              A atividade começou ás 9:00 com tolerância de meia hora de atraso. Na praça do Alto, os alunos foram apresentados ao guia, que logo os orientou com as normas de segurança e ambientais nas trilhas do parque. Inicialmente paramos no portal de entrada, onde um mapa  geral das trilhas foi interpretado e comparado com os que os estudantes tinham como roteiro de aula.



                    A trilha dos estudantes, criada especialmente para as visitas guiadas de escolas, é de fácil acesso e pouco exigente em termos de preparo físico. Inicia-se na entrada do parque e percorre paralelalente a estrada pavimentada,à esquerda, chegando no estacionamento próximo da "Cascatinha Taunay".
              Ao logo de nossa excursão o guia pontuava os aspectos históricos importantes bem como curiosidades da flora, no qual os estudantes ficaram sabendo, porque as jaqueiras são consideradas espécies invasoras, e devem ter um manejo ecológico correto. O conhecimento do parque foi  mostrado com o uso das placas interpretativas que apesar do vanlalismo, ainda cumpre bem o seu papel.

                  Ao pararmos, aprender um pouco mais sobre  bacias hidrográficas e a história da família Taunay que era proprietária de terras na floresta, no século XIX .
                

                  Seguimos por outra trilha no meio da floresta até o centro de visitantes, onde os estudantes tiveram a chance de conhecer um pouco  mais sobre a flora e fauna da Mata Atlântica.




               Eles ficaram muito interessados com a presença de uma árvore de "pau-brasil" e um apiário de abelhas nativas sem ferrão.

 

                  Depois da parada para o lanche, decidimos ir em direção a Cachoeira das Almas, destino final e o principal objetivo pedagógico do trabalho de campo que era o de constatar que as nascentes de água do maciço da Tijuca aprasentam uma quantida bem menor e que em alguns momentos poderiam indicar as dificuldades que estão por vir, e a sua relação com os períodos de seca que a cidade do Rio de Janeiro teve em seu passado e levou, em  última forma a criação da "Floresta da Tijuca".


                 Antes de chegarmos a cachoeira, passamos pela árvore da escrita "misteriosa", que na verdade é uma brincadeira onde os visitantes têm que adivinhar o que está escrito aos seu redor.

               
               Enfim nos direcionamos para começar a fazer a última trilha, que leva cerca de 35 minutos mas, que ao seu término, os visitantes podem tomar um banho para se refrescar.


         

               Como era de se esperar, devido aos últimos dias sem chuva a quantidade de água desanimou o grupo porém todos estavam contentes e gostaram da beleza do local. Os estudantes registraram o passeio o tempo todo, sendo esse material depois recolhido para análise em sala.









                No retorno passamos pela pequena capela Mayrink, cheia de fatos curiosos como o casamento da cantora Elis Regina e a decoração com pinturas do artista Cândido Portinari, que já foram roubadas e recuperadas, sendo as que lá estão cópias em exposição.

Proposta de trabalho

 “Rio História, Geografia e Natureza”  Projeto de aulas extra classe em Geografia.
Antonio Alfredo R. Rodrigues1
  1. Introdução
                      A questão ambiental vem se apresentando como um dos graves problemas que assolam a sociedade humana nos dias de hoje.  A crise hídrica e energética que vem ocorrendo, nos direciona a entender os aspectos das alterações na natureza provocada pelo homem, e suas consequências na paisagem da cidade do Rio de janeiro ao longo de sua história. Reverter esse quadro de degradação passa a ser um trabalho importante e interessante como instrumento educativo e pedagógico, na conscientização dos estudantes e em sua formação como cidadão.
  1. Justificativa
                          A importância dos estudantes relacionarem os conteúdos afins trabalhados em sala de aula, nas disciplinas de Geografia, Biologia e História à realidade ecológica local, faz-se necessário levá-los a ter um contato direto com o meio ambiente, afim de que possam compreender a interdependência dos seus componentes, valorizar e preservar o mesmo.
  1. Objetivos
·         Reconhecer a biodiversidade brasileira identificando a flora nacional/local e perceber a interdependência existente entre os componentes do meio ambiente.
·         Entender a história da cidade, visitando centros históricos e museus.
·         Compreender a importância de se preservar o meio ambiente para manter o equilíbrio ecológico e assim favorecer a preservação da biodiversidade brasileira e local.
·         Reconhecer que o mau uso do meio pode causar danos irreparáveis à natureza e ao próprio homem.
  1. Trabalhos e campo
         A área de visitação escolhida foi o Parque Nacional da Tijuca, devido a sua importância história, paisagística e ambiental para a cidade.
4.1    Apresentação final (culminância)
     Os alunos do Ensino Médio deverão apresentar reportagens em vídeos , fotos e texto sobre o local de visitação .O objetivo é a formação de um blog contendo perspectivas de diversas sobre o local visitado.
  1. Recursos Materiais
·         Xerox
·         TV e DVD Player
  1. Público Alvo
·         Turmas do NEJA dos turnos da tarde e noite.
  1. Bibliografia
·         Crosby.  Alfred in: Imperialismo Ecológico.

·         Guia de Campo  do Parque Nacional da Tijuca . - Uerj